segunda-feira, 12 de maio de 2014

Solteiros 3.0: o amor deixou de ser para sempre?

Será que realmente hoje em dia não conseguimos amar para sempre?! Não quero acreditar nisso, mas.... 

"O mais provável é que nunca tenha sido para sempre. Não me refiro ao amor de pais aos filhos, esse doce sentimento familiar que raramente se corrói e subsiste a males e desgraças. Nem do amor ao próximo e aos animais. Falo do amor que nasce da paixão e fica quando ela não resiste. Estaremos perante um novo paradigma social, face à nova onda de relações assentes em contratos a termo?

Não me parece. A mudança a que estamos a assistir é condicionada e aparente. Condicionada, porque os nossos comportamentos só estão mais visíveis, mais transparentes e mais fáceis — socialmente esta mudança está a ser mais aceite. Aparente, pois há um século a esperança média de vida era de 50 anos e hoje ronda os 80. Vivemos mais! Portanto, muitos dos que achavam que amavam para sempre, simplesmente não viviam tempo suficiente para descobrirem que talvez não. O mesmo efeito acontece com a saúde: as doenças cardiovasculares só chegaram ao topo das causas de mortalidade porque as pessoas passaram a viver tempo suficiente para o provar, uma vez resolvido o problema das infecções.

Este é obviamente apenas um dos vértices da questão. Porque o argumento mais importante é que hoje as pessoas resistem menos a viverem num amor morto, numa relação que transforma o lar numa casa mortuária feliz, onde a câmara ardente se vive com a tranquilidade de quem se habituou à ideia que basta sobreviver. O tempo dessa condescendência já passou e, em parte, graças à tecnologia que vai denunciando as pequenas infidelidades e as grandes deslealdades. E uma vez descobertas, já ninguém aguenta. Até porque o solteiro 2.0 — o divorciado de há duas décadas — era um marginalizado social de que não há memória. O solteiro 3.0 muitas vezes nem se chegou a casar e aterra sem pára-quedas numa espécie de meia-idade prematura, cheio de energia e alegria, como se tivesse renascido da uma morte lenta. Mais do que tolerados, já são socialmente normais. Bem vistos, até, por terem tido a coragem de querer voltar a viver e a celebrar essa vontade em animados festins de grupo.

Essa celebração é saudável, porque é autêntica e genuína. Porque tudo o que faz querer viver mais e sorrir melhor vale a pena. Mas substituirá no longo prazo a necessidade de um amor que fique? Julgo que não.

Será o amor para sempre impossível? Não. Provavelmente só é muito difícil, como tudo o que vale a pena. Porque o mais fácil é apaixonarmo-nos. Complicado é mantermo-nos apaixonados, interessados. Não é obviamente em câmara ardente que se segura um amor para sempre, mas duvido que seja com renovação de roupagem que nos fazemos vestir de felicidade. Precisamos de saber dar aos outros como se fosse a nós mesmos e interessarmo-nos por quem amamos como se fosse connosco. Porque só assim nos mantemos interessantes, precisos, parceiros, nossos. Porque essa é a característica patente nas relações que duram: nas relações familiares, quase sempre imortais.

Embora fundamental, este altruísmo para com quem amamos não chega. Precisamos de saber renovar, de aprender e dar de novo, de começar tudo como se fosse hoje a última vez. Como se fosse a primeira vez, num rastilho com cheiro a pecado até o aroma ser doce outra vez. Porque um amor sem altos e baixos é como um deserto: adormecemos na monotonia de uma paisagem sem cor."
Pedro Barbosa 

domingo, 11 de maio de 2014

Sem pressa




Sim, todos vocês têm razão... eu sei disso, mas às vezes um pouco de apoio não era má ideia...
E sim, realmente não sei o que quero, mas vou percebendo o que não quero, e isso já é um principio, certo?!

terça-feira, 6 de maio de 2014

É melhor ser alegre que ser triste

"...E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não..."




domingo, 4 de maio de 2014

Dia da mãe!

Mãe!! não me recordo... mas provavelmente uma das primeiras palavras que pronunciei... Hoje é o teu dia, e embora por todo o lado digam que é o dia de todas as mães, para mim é apenas o teu! Hoje é o teu dia MÃE! Sei que nem sempre concordamos e muitas vezes discutimos, mas sei que estás sempre lá para mim, como todo esse teu amor incondicional e imensurável... Não tenho palavras para definir e descrever todo o amor que sinto por ti, mas também nunca fomos pessoas de muitas palavras... um abraço vale mais do que tudo isso....


Por tudo o que és e por tudo o que me fizeste ser, OBRIGADA! 

GMT...


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Water for Zâmbia...




Eu sei que é difícil, mas fecha os olhos e por breves momentos imagina que vives em condições de extrema pobreza... que todos os dias tens que fazer vários quilómetros, várias vezes por dia, apenas para ter acesso a um pouco de água... água essa que se encontra numa poça lamacenta, com insectos, dejectos de animais entre outras desagradáveis surpresas.... água que tens necessidade de beber, mas que sabes que agora, mais logo, amanhã ou noutro dia em breve, acabará por te fazer mal, e talvez mesmo ser fatal... não tens outra! Tens sede... é a tua única opção... é uma ameaça constante! E tudo o que querias era estar na escola a aprender.... mas não podes! Tens ir buscar água....

Acho que para nós que vivemos em países chamados de desenvolvidos, este cenário chega a ser difícil se imaginar... não conseguimos realmente acreditar que este cenário seja sequer possível... como se pode em pleno século XXI viver sem água canalizada?! 

Talvez possamos aprender algo com estas crianças desse país tão distante que é a Zâmbia... onde fica a Zâmbia, será que sequer a conseguimos localizar no mapa?! Talvez saibamos mais ou menos que fica algures para ali em África, de qualquer forma o importante é aprendermos cada vez mais a valorizar as coisas boas que temos, e que damos por adquiridas... que não nos lembramos sequer de agradecer, porque fazem e sempre fizeram parte do nosso quotidiano! Mas talvez ao ver este vídeo nos voltemos a lembrar que são as pequenas coisas que fazem diferença na nossa vida... e por muito pouco podemos também fazer toda a diferença na vida de alguém....

Porque ajudar custa tão pouco....

sábado, 26 de abril de 2014

Mais um ano....


Mais um ano... um a um já passaram 5....!!!
Mas não importa quantos mais passem, não importa onde te encontres agora, vais ter sempre um lugar especial.... 

Beijinho!
GMT minha querida...  obrigada por continuares a brilhar para mim :)